Meu primeiro workshop em Cannes. Um estudo muito bem preparado pela wunderman, muitas informações, comparações em uma abordagem mais realista e menos conceitual. É muito bom ver algo assim. Em alguns países, o mobile é a web, com mais força, audiência e interatividade do que a web via “computador”. O Brasil tem o mesmo potencial, portanto tem muito para crescer no mobile marketing. E não estou falando do Torpedão do Faustão que ajuda, mas é muito chato. E sim de interatividade inteligente, divertida, prestando serviço.
Um dos pontos principais abordados, foi a “briga” entre os aplicativos e os móbiles sites (via browser). Ou seja, o que é melhor fazer para o seu seu celular, um aplicativo com toda a sua sedução ou um “mobile site” com suas limitações? A conclusão geral é que os aplicativos já são muito mais efetivos, mas fáceis e interativos. E, principalmente, tem uma relevância maior para o usuário. Concordo. Mas em algumas situações como já temos feito, os móbiles sites podem significar uma ação de entrada para as marcas, com uma produção mais simples. Mas sem dúvida, devem seguir a mesma oferta que um aplicativo, ou seja, um serviço com um foco bem claro.
Outro ponto de destaque foi a plataforma iAd da Apple, onde finalmente os produtores de de conteúdo poderão ser remunerados pelo trabalho, e com uma porcentagem incomum de 60% para eles e 40% para a Apple.
Amanhã é segunda (ou talvez hoje para vc), um bom dia para começar um regime e sua próxima ação de mobile.
Renato