Meu vizinho (da foto ) já veio me falar bom dia e me lembrar que já cheguei ao meu lindo país! Esperamos que vocês tenham curtido a semana em Cannes, nossa baguncinha no Speaker’s Corner e logo, logo, vamos fazer nosso tradicional seminário “O Melhor de Cannes” para nossos clientes e amigos do mercado. Enfim, sem demora, queremos agradecer ao time de Fabricantes que ficou carregando o piano nesta semana em que estivemos fora, ao pessoal da criação que viabilizou um espaço lindo em Cannes, a Rita Valente, Regina, Kico e Felipe nossa equipe jornalística para lá de competetente, aqueles que curtiram com a gente e gravaram direto do Brasil, a todos que foram ao nosso Speaker’s Corner e soltaram a voz. Sobretudo, queremos agradecer aos nossos clientes atuais e aos que não estão mais com a gente mas que também fazem parte desta história cheia de alegria, em que comemoramos 15 anos. Valeuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!
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Achei que esta foto é a metáfora perfeita para o que estou sentindo: e agora, como acomodar toda esta informação na bagagem e voltar para o dia a dia? “Mais um ano se passou e nem sequer ouvi falar seu nome…” Lembram dessa música? O festival deste ano foi meio assim. “Procuro encontrar, não sei onde está, você...”. Não se trata de nostalgia, mas sim de reencontrar o caminho da criatividade sobre a tecnologia, e não vice-versa, como muiiiiiiiitos cases que vimos no Festival. Se aparece uma determinada funcionalidade ou aplicativo novo, ideias são requentadas para que a brincadeirinha cool possa acontecer. Mas assumidamente, a primeira palestra citou isso (SapientNitro). As empresas que mais estão avançando na plataforma digital podem ser também as empresas que ainda não estão ganhando dinheiro com isso. O fato é que promover o equilíbrio entre uma empresa lucrativa e inovadora nem sempre é tão fácil. A mesma coisa acontece na escolha de canais e em nossas ações de comunicação. Paul Kemp da Contagious disse que temos que reservar 5% de nossos esforços para inovar, gostei! Ser digital por ser é grátis = zero. É um desperdício ver quantas ações que geraram fãs, seguidores, leads quentes, aglutinação social e não tiveram os nomes destes participantes aproveitados para nada. Ano que vem veremos mais campanhas soltas gerando Buzz e explosões nas redes sociais. Isso porque os cases simplesmente terminam onde a conversa entre as pessoas começa. Cannes é a apoteose disso. Ao mudar de nome, para Cannes Lions Festival de Criatividade, definitivamente, o compromisso com resultados quase desapareceu. Então a gente precisa tirar esse olhar de justiça e entender que Cannes é assim, e aceitar que um bom case em direct nem sempre se trata do que é acordado como “marketing direto”. Aliás, com o advento digital, o marketing direto deixa de ser uma disciplina isolada para estar presente em tudo, com tudo o que ele representa (estrateegia, criatividade e resultados). Deixa de ser diferencial para ser premissa. Mas é preciso entender que as ferramentas e a forma de interagir mudou. E não é por causa dos resultados de Cannes, mas pela própria mudança no estilo de viver das pessoas. Estamos passando por uma transformação parecida com a indústria da alimentação. Está difícil vender alimentos in natura. Ninguém mais tem muito tempo para cozinhar, a não ser que seja uma escolha racional ou emocional. Tudo tem que estar mais no “jeito”com dicas e possibilidades para facilitar a vida do consumidor. Assim é a nossa nova missão: criar vínculos a partir de informação confiável e útil para o que é relevante na vida das pessoas. Ouvimos isso de todo mundo que esteve no Palais (pelo menos este ano o discurso estava alinhado), mas ainda vimos todo mundo experimentando e caindo nas graças das novas tecnologias. Enquanto o fórum discorreu sobre uma nova linguagem, um modo novo de se aproximar, a ideia foi ficando em segundo plano. Talvez por isso o case do chocolate romeno ROM causou tanto...Porque demonstra uma ousadia empresarial que há muito tempo não se vê. E isso animou os júris e jurados. O fato é que a produção de comunicação em todas as disciplinas anda meio linear, o que faz com que as divisões entre elas também fiquem bem confusas, com os cases sendo multidisciplinares (pelo menos ainda aqui em Cannes). Claro que vimos muita campanhas “festivalescas” que, agora com o aval de não precisarem performar, vão surgir em muito mais número. Mais é sempre um exercício criativo, uma busca do novo que, ao que tudo indica, agora está mirando para conteúdo, conteúdo, conteúdo. No rolo da Saachti & Saachti acho que apareceram somente uns 2 ou 3 filmes tradicionais de 30". Posso dizer que em termos de passar do conceito para a prática, o Festival deste ano aliviou muito nossa pressão. Agora é preciso embocadura. Para burilar e encontrar novamente aquela ideia única, voltar a pensar com a cabeça, com inteligência e não com o indicador e com habilidades operacionais sobre qualquer touch screan. Direto do Le hot Dog, Cannes, vou ficando por aqui!
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Só parta citar um exemplo, por trás do sorvetinho delícia que está sendo distribuido no Palais tem muitas questões envolvidas, muita responsabilidade e muito movimento da Nestlé para estar na ordem do dia, nas questões atuais em termos de tecnologia, regulamentação e sustentabilidade. Entrevistado por Maurice Lévy (figura) o head mundial do Publicis Group, o CEO da Nestlé, Paul Bulcke, discorreu sobre seus desafios a frente de uma corporação global que é mais do que uma empresa de saúde, bem estar e nutrição: é um pilar importante no desenvolvimento mundial nas economias e sociedades de todo o globo. Segundo ele, “uma sociedade saudável é mais produtiva”e a Nestlé está superenvolvida nisso. Mas também comentou que uma dieta mais saudável tem que ser conquistada com educação. Porque não adianta nada punir ou taxar as empresas alimentícias se as pessoas não tem a consciência de consumir alimentos adequados em quantidades adequadas para seu organismo e estilo de vida. Focar todos os esforços no policiamento da indústria não vai resolver o problema. Além disso, a conversa também passou pela forma com que a Nestlé trabalha suas marcas, com pensamento global e adequação local e a busca incessante de formas novas e criativas de se comunicar com o consumidor. Bacana ver como a Nestlé é muito mais que um gigante na indústria da alimentação, é uma engrenagem do mundo contemporâneo. Assim saímos da sessão com mais orgulho de trabalhar para Nestlé, aqui no Brasil!
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Na edição anterior do Cannes Lions, a sessão foi supercriativa trazendo o melhor da competição anual que a AKQA faz com estudantes de comunicação de todo o mundo. Este ano recebeu 849 inscrições. E a ideia foi identificar os melhores trabalhos com as novas tecnologias. São reflexos do que vem transformando o mundo nos últimos 5 anos. A escola do ano premiada foi a Miami Ad School de Hamburgo. O primeiro case apresentado foi de um aplicativo chamado de NetFlix, onde você pode checar videoclips de seus filmes preferidos pela cidade, conforme vai andando com a funcionalidade GPS on do seu smartphone. E sabe de quem é? Gabriel T. Garcia e Felipe Sampaio do Brasil!!! Os pupilitos já estão com convite para estágio na Ogilvy de Paris! Outro case foi para 0800 Flowers em que você vai adicionando uma flor por 1 dolar até formar um bouquet. E a pessoa daí recebe o bouquet embrulhada num papel com a foto de todo mundo que te mandou a flor. Brilhante!!! O outro case seria uma doação de “bolas” sim, "daquelas", dos namorados para um movimento pró=gay. Só que as meninas é que deveriam fazer isso, para não causar nenhum tipo de ‘resistência”. Porque no final, é tudo sobre “amor’. O último case foi para WWF, chamado WWF Powernap. Para terminar a semana arrepiando, Rei Inamoto, que promove a competição como CCO da AKQA, pediu que a gente cantasse parabéns para sua cidade no Japão que também foi destruida pelo tsunami e também fazia 100 anos naquele dia! Foi muiiiiiiiito emocionante ver um parabéns a você cantado em tantas línguas!
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Que palestra inspiradora, uma campanha melhor que a outra e tantas coisas memoráveis! Levi’s, Old Spice Man, Jump Fukers, It’s getting better, Axe, you name it! Let’s bring back the big idea! Make the difference, don’t fear that! Sir John Hegarty arrasou. Se você está começando na área, siga tudo o que este impressionante homem já liderou na vida. Não é a toa que ele recebeu o primeiro Lion of St.Mark, que premia aqueles que mais contribuem para o desenvolvimento da comunicação mundial.
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A Apresentação do Grupo Consultores praticamente fechou a programação dos seminários deste ano. Graziella di Giorgi, presidente no Brasil, apresentou numeros do enorme potencial do mercado brasileiro de comunicação "abrindo o apetite" das agências presentes no palais e que ainda não aportaram no Brasil. Em seguida Alexandre Peralda da StrawberryFrog e José Vicente Marino da Natura mostraram como é a relação agência cliente no Brasil, onde as estruturas são "full servic"e por conta de não termos os bureaus de midia, e ambos deram dicas para quem quer vir para o Brasil com o detalhe que sem algum diferencial competitivo claro, fica bem difícil, por conta do amadurecimento do nosso mercado. Bela apresentação.
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Acabo de assistir o shor list de Titanium....sem sombra de dúvidas o novo da comunicação passa por aqui. Uma grande idéia, a cobertura ongoing dessa idéia e a divulgação em diversas midias....essa é a tônica. Aqui, mais que em qualquer lugar, o 30" fica totalmente jurássico, aparecem idéias, desde como enviar uma mensagem de otimismo aos refens das Farcs colombianas, onde o codigo morse é infiltrado em spot de radio, e só eles sabem decifrar, até uma máquina gigante de coca cola, onde vc precisa da ajuda de um amigo para subir e colocar a ficha para retirar sua coca, ou seja celebrando a amizade..........enfim, cases muito inspiradores e de verdade fora da caixa...
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Faz tempo que nao encontro uma celebridade tão lúcida, thanks to Grey Worldwide! Path Smith é um símbolo de revolução e sensatez ao mesmo tempo. É uma das poucas figuras que sobreviveram a exposição máxima de sexo, drogas e rock and roll. Ela nos passou uma mensagem muito linda de equilíbrio, de como lidar com a multidão, de como desencanar das imagens, arquétipos e ir em frente, ao que realmente é sua essencia. Minha nossa, ela leu uma carta que escreveu quando Robert Maplethorphe estava morrendo, foi de engasgar. É um trecho do seu recente livro autobriográfico "Just Kids" que, entre outras coisas discorre sobre o tempo do Chelsea Hotel, Jimmy Hendryx, Janis Joplin, James Morrisson etc. Depois cantou e nos momentos em que realmente liberou a Path Smith dentro dela, vimos uma potëncia de voz que não se modificou com o tempo. Para mim, riponguinha fora de época, foi um revival de tempos que nunca vivi, mas que sempre senti. AMEI!
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A Unilever fez um discurso correto sobre ser correto e mudar frente ao novo cenário. Meio na linha do discurso mesmo. Falou sobre sua responsabilidade em antecipar o que 2 BI de pessoas querem diariamente da companhia. Sustentabilidade está na pauta do dia, mas em todos os sentidos, inclusive num modelo de negócio sustentável, que colabora e vai além das questões ambientais. Falou sobre sua missão junto ao brick de criar uma linha de trabalho muito voltada a melhoria da condição alimentar, porque afinal de contas 50% das pesquisas da Unilever estão voltadas para os países emergentes. Corajosamente, disse que a indústria tem que mudar o foco, de New York para New Delhi(!). Citou exemplos interessantes como por exemplo agricultores da Índia que estavam usando seus celulares para ver a meteorologia. Por isso as agências tem que parar de se organizar por cliente, por mercado, para se organizar pelas pessoas, pelo consumidor. Para resumir, o poder do oriente, a sustentabilidade e as novas oportunidades e transformações advindas da tecnologia estão na agenda da Unilever. E com certeza está na nossa.
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Paul Kemp (veja entrevista no blog) é admirável. Assiste a todas as palestras e vai dilapidando a sua, tirando repetições etc. Nisso, ele levantou uma bandeira bem polëmica, dizendo que a inovação não começou com o Silicon Valley. Hoje a missão que a Contagious escolheu foi: afinal o que significam estes 5% de inovação para as marcas? Eles começaram com um case hilário: o experimento do Megane em uma pequena cidadezinha inglesa.
Citação de pensamento de Bob McDonald CEO P&G. “O que temos que fazer hoje é um relacionamento one to one com 8 bilhões de pessoas.”Isso exige novas estratégias sociais. E falando em insights do consumidor, uma agëncia transferiu seu escritório para o meio da rua, um pequeno lab de vidro no meio da “vida”. Segundo a palestrante Jess Greenwood, dados e tecnologia podem ajudar você a encontrar cool ideas. Este appcase da Heineken é fantástico. Nos estádios você pode dar um palpite sobre lances do jogo, antes que eles aconteçam e o score para o site. Veja que demais.
Falando na indústria financeira, (você acredita?) , na Nova Zelandia, um aplicativo que ajuda você a poupar imediatamente. É só teclar a telinha do smart phone que a quantia selecionada estará salva/economizada em sua conta. Citaram o case de Andes, a cerveja argentina, que você tem a carinha do seu amigo conversando diretamente com você direto de um robô. Este case já apareceu por aqui o ano passado, mas pelas palmas parece que muita gente não tinha visto.
Para tirar melhor proveito destes 5% é melhor ser prolixo do que ser muito precioso, específico. Neste sentido, Lady Gaga, de novo foi citada como uma interação 360graus com seus fãs. Isso é um perfeito exemplo de ser prolixo com uma marca, fazer uma série de coisinhas constantemente acontecerem. Outro case interessante foi mostrar um casal de skittles (uma espécie de chocolate tipo confeitos coloridos) nus, ou seja, branquinhos e sem cor. Foi algo muito engraçada a ação no Facebook em que você encaixava sua foto num chuveiro cujas gotas eram o chocolatinho. Outro case legal foi o de uma cerveja que tinha mensagens engraçadas na tampinha, típicas para dar papinho no bar. E de repente eles pararam com isso. Os consumidores começaram a reclamar e a perguntar se havia algum defeito na linha de produção. Daí surgiu a ideia: um recall das tampinhas brancas. Muiiiito legal!
Para terminar, uma coisa assustadora. A palestra citou a lei de Paretto...Socorro!!!!!!!!!! Para elucidar este conceito, a Contagious mostrou o Museum of Me da Intel. Bem emocionante!
Enfim, a Contagious sempre traz insights interessantes. Se bem que, neste ano, não sei se foi por conta do juri do ano passado, já tinha visto muito dos cases-tendencias. Mas vale a pena rever o que é bom!
Posted at 06:57 | Permalink | Comments (0)
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O palestrante da Dentsu parecia ele mesmo um personagem ninja. Sim, porque até mesmo se vestir como seu personagem preferido você pode. Ele discorreu sobre uma série de personagens, episódios e mostrou como pessoas no mundo todo estão vivendo dentro destes cartoons.
Veja só que legal este bento. Você pode comer ou simplesmente congelar numa geladeira com porta de vidro...Realmente sai da palestra cheia de imputs do cara e encontrei muitas coisas...Vejam a loja do Kenzo, bem aqui em Cannes...
E que tal a capa do albun do Black Eyed Peas?
Posted at 05:40 | Permalink | Comments (0)
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O palestrante contou uma história muito especial e pessoal, sobre quando tinha 15 anos. Ele foi fazer um trabalho de verão, comprou um carro e dirigiu por todo o país e foi aí que se apaixonou pela liberdade e confiança que eu carro poderia dar para uma pessoa.
É muito especial para um cliente vir para Cannes. Daí da para entender porque as agências vem aqui. Dá para ver a luz nos olhos das pessoas. Jim disse que gostaria de falar sobre pessoas,antes de falar da revolução digital. As pessoas estão superenvolvidas, comemorando, colaborando, através de todos estes devices. Eles não vêem isso como canais de mídia, mas sim de forma de viver de uma maneira diferente. Eles são os co=criadores de nossas mensagens publicitárias colocando-se a si mesmo com protagonistas. Entao não é supresa que migramos da capa do Time “You”para os flash mobs da T-Mobile. E vai adiante. Veja que legal esta "revanche"da AT&T.:
Desde que você tem um câmera na mao, qualquer pessoa pode ser seu próprio produtor de conteúdo, compartilhando a natureza humana de ser social. E isso mudou totalmente o processo entre agências e clientes. Não se trata mais de criar uma fantasia para a marca, mas sim fazermos juntos uma vitrine para as pessoas de todo mundo mostrarem a realidade. Veja nestas revistas, são pessoas comuns na capa, não mais Hollywood. Frente a isso como fazer da Ford uma só Ford? A gente tinha inventado os carros pequenos, mas agoa teríamos que ser um time, um plano, um objetivo. Então começamos a testar coisas. Ideias da China nos Estados Unidos e testamos e aprovamos o fato de termos uma única agência, o Grupo WPP. E assim nós pudemos ter mais ideias, somar insights. Foi daí que saímos das cenas de superação em termos de performance das estradas para ouvir o que as pessoas estavam falando da marca. É assustador, mas você tem que doar sua marca a seus clientes. Antes o convite era “Por favor, venha fazer um test-drive”. Agora são pessoas comuns que chamam outras pessoas para experimentar o carro. Por exemplo como neste teste Ford Fiesta x Lamborghini.
Outro desafio da vida, foi uma promoção que Ford fez com todas as redes de fast food e as pessoas tinham que comer os sandubas dentro do carro. Sim porque as pessoas fazem de tudo dentro de seus carros. Isso é real, dá vontade de espiar. É sobre pessoas.Facebook Exporer Life é outras abertura para a conversa e troca de experiências. Não se trata mais de lançar carros, mas de trabalhar ano a ano, 24h por dia, 7 dias por semana, o tempo todo ouvindo nossos clientes. Não dá mais para separar mídia paga e mídia orgânica, PR...pessoas. Vejam o exemplo desta nossa engenheira e seu desafio: 236 amigos e um tanque. A cada 236 amigos ela podia abastecer o Ford Fiesta e ir seguindo sua viagem. As vezes é preciso sair do controle para deixar coisas aconteceres. Isso foi uma campanha que eu nunca aprovei mas que foi para o ar e foi um sucesso, sobre como sermos confiáveis.
Então as vezes, o melhor é “deixar rolar”, esquecer o controle sobre a marca. Um cliente não deve dirigir o trabalho mas ser um coach, orientar. A voz da marca na boca das pessoas passa necessariamente por entretenimento. Neste mundo das novas mídias, não há nada mais importante que um bom relacionamento entre cliente e agências (cry, cry, cry)
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