O começo da jornada de dados foi na base do reportar, segundo Ken Madde da OgilvyAction. Quem, como e quanta gente a ação estaria atingindo, bem ao modo mais tradicional de modelos estatísticos. Depois disso, houve um aprofundamento maior em termos de análise, o que tornou possível a predictibilidade e antecipação a determinadas expectativas. E daí chegamos a optimização, aquilo que é a maior missão do estudo de dados atualmente. Ou seja, o movimento fez com que o dbm saísse do básico e do reativo para assumir um papel mais proativo. Isso exige uma migração para uma visão mais negocial dos dados: qual o potencial do cliente e da marca? Do mercado entre os clientes e os clientes deles? Como desenvolver diferentes approachs através de diferentes canais. Então este é o caminho a fazer com sua montanha de dados:
Identique as oportunidades
Determine os objetivos
Execute
Avalie os resultados
Adicione dados
Traduza o que os dados querem dizer
Reavalie suas premissas
Preveja
Teste!

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